SCOTLAND’S
REFERENDUM:
A
CLEAR-CUT NO
The victory of the pro-Union vote in Scotland’s referendum was no
landslide, but contrary to some grimmer analysis, it was no close-call either. A quick look at the map of Scotland offers a picture of a solid
Scotland-wide preference for the Union:
The referendum map of Scotland.
“NO” prevailed in no less than 28 out of 32 Scottish councils, including in such important urban areas as Edinburgh and Aberdeen,
although the biggest council, Glasgow, voted “YES”.
Even more important than the council-to-council vote, was of course the
overall vote, and that was clear: the “NO” camp WON with a 10.6% edge
(55.3%-44.7%) over the “YES” vote.
There were 2,001,926 “NO” votes versus 1,617,989 “YES” votes, roughly a 400.000
vote-gap.
The vote.
in “THE GUARDIAN” at http://www.theguardian.com/politics/ng-interactive/2014/sep/18/-sp-scottish-independence-referendum-results-in-full
The voter turnout was an impressive exercise in political and civic
participation in the democratic process: 85% of the eligible population voted:
3.6 million people. There were 2,001,926 “NO” votes versus 1,617,989 “YES” votes, roughly a 400.000
vote-gap.
Quoting both David Cameron and Alex Salmond
this should be “a vote for a lifetime”. Case closed.
RELATED POST:
“YES! IT’S NO!!!”,
19/09/2014 at
NOTE: Last Friday Tempos Interessantes reached the 200.000 hits
mark. Thank you all!
4 comentários:
It's amusing ! Very amusing ! Que o presidente da Nação que deu a primeira "facada" no matrimónio imperial, os EUA, enviasse um "tweet" ao vassalo inglês para o felicitar do "NO" escocês!
Porque é que Obama veio meter o nariz neste assunto que, em princípio, não lhe diz respeito, isso é que interessante de analisar. Paternalismo ?
Desde a triste expedição e humilhação do canal de Suez que os Ingleses aprenderam a seguir atrás do soberano americano . Nunca esquecer que os EUA podem dirigir-se a Paris ou Berlim, cada vez que os seus interesses económicos e militares o exijam.
Após esses tempos da aventura de Suez, os Ingleses abdicaram de desempenhar os primeiros papeis... Contentam-se dos segundos !
Por exemplo, ser o cavalo de Tróia dos EUA na Europa, fazer obstrução às ambições europeias que ponham em perigo a supremacia da NATO, ser o agente dos interesses americanos em Bruxelas, ( Durão Barroso deve-lhes 10 anos de "férias" bem pagas, sempre melhor que PM em Portugal)., sobretudo em plena negociação do Tratado Comercial USA-EUROPA.
Obama estava muito inquieto que o seu melhor aliado e servidor europeu perdesse um terço do seu território, os seus recursos energéticos, a base nuclear de Glasgow, a saída para o mar do Norte e o Árctico, sobretudo se as Orcades e as Shetland tivessem um dia o mesmo acesso de febre independentista.
As lágrimas e os gritos de David Cameron eram justificados.
Freitas Pereira
Foi interessante seguir este referendo independentista. Aliás, muito interessante.
Gostei de ver os ingleses a "correrem que nem baratas tontas", a unirem-se por um objectivo e a chamarem para a ribalta políticos já retirados e até mal amados
Gostei de ver a generalidade dos políticos europeus, mas não só europeus, a correrem em auxílio da Inglaterra para salvarem o Reino Unido.
Ninguém tinha respostas para o que aconteceria se o sim vencesse. A nível político, para as questões base, por exemplo, se se manteria a Libra, ou se a Escócia entraria directamente para a UE, não houve resposta cabal, apenas ameaças inglesas e dos seus "aliados".
Para outros, este Referendo Escocês, esta demonstração de democracia madura feita pelo RU, foi a abertura da Caixa de Pandora. Refiro-me, principalmente, a "nuestros hermanos". Várias das nações espanholas ganharam mais um argumento de peso nas suas pretensões e, seguramente, o resultado final será diferente.
Estou convencido que teremos uma Península Ibéria novamente esquartejada 500 nos depois. As respostas dúbias dadas no caso escocês terão que ser detalhadas.
João Pulido
Sr. Freitas Pereira,
Apouca o Reino Unido, mas esquece-se que a França também esteve no Suez e que a França alinhou no abortado ataque à Síria de Setembro de 2013 enquanto o Reino Unido ficou de fora. Mesmo agora, nos ataques ao Estado Islâmico, a França foi a 1ª a pôr-se ao lado dos EUA.
Em relação ao Reino Unido e à UE acho excelente que haja que vá tolhendo o passo ao polvo proto-federal europeu e à Europa Germânica.
Caro João Pulido,
Sim foi interessante (e um pouco angustiante também) embora sempre esperasse que o "NO" vencesse, mas enquanto os votos não são contados...
Quanto ao resto da Europa também foi uma aflição. Aliás, os líderes europeus nem têm tempo para respirar no meio de tantas aflições: referndo na Escócia, referndo na Catalunha, guerra na Ucrânia, sanções contra e da Rússia, guerra (again and again, and yet again) no Médio Oriente, crescimento do eurocepticismo, crise económica, crise financeira, crise do desemprego, crise das dívidas. Nada que eles não mereçam. Já nós, nem tanto...
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